Diagnóstico Empresarial e a Dinâmica do Planejamento

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Por onde começar? Ouço isso repetidas vezes há muitos anos, tanto do empresário como dos profissionais que se propõem a militar nos arcabouços da gestão. Algumas vezes passível de ser exercida por um apaixonado ou visionário, que na tentativa e erro, vai aprendendo empiricamente como um artesão que dedica a sua vida ao ofício, que mesmo sem mestre vai exercendo sua atividade entronizando o aprendizado a um custo algumas vezes nocivo as organizações.

O conhecimento coletivo, sempre será muito maior que o conhecimento individual, como também o conhecimento acadêmico coletado ao longo de muitos anos ensinados e refletidos na academia, definindo métodos e processos mais assertivos, que nos permite seguir caminhos já experimentados e com um potencial de sucesso imensamente maior.

Mas, por onde começar? Pelo diagnóstico, analisando cada área da empresa: estratégias, finanças, marketing, operações, gestão de pessoas, etc., desenvolvendo uma visão sistêmica do negócio, aplicando para isso métodos confiáveis de coleta de dados, temperados com muito diálogo, fomentando o feeling de qualidade para promover um feedback adequado a realidade do negócio.

Sem conhecimento de causa não será possível fornecer um diagnóstico preciso, então, este momento é de suma importância para fornecer os pontos de conformidade e inconformidade que servirão de base para um bom plano de ação. É neste momento que destacaremos os pontos relevantes para tratarmos no planejamento propriamente dito. Dentro deste ambiente poderia destacar quatro pontos essenciais determinantes para o sucesso de um empreendimento, são eles: planejamento, um time de sucesso, assessoria de qualidade e a qualidade e capacidade de associar-se.

O planejamento determina o rumo do negócio, antecipamos necessidades, desafios e objetivos, simulamos cada cenário futuro, desenhando o caminho mais assertivo para o conjunto de recursos existentes e a capacidade de investimento estimado para o projeto. Há certamente probabilidade de insucesso quando esta etapa é negligenciada.

Sem um bom time não haverá jogo, muito menos gol! Com alguma frequência encontro equipes formadas com posicionamento equivocado de certos integrantes, que não atingirão o objetivo de sua contratação e consequentemente sem resultados qualificados, culpa do funcionário? Entendo que não. Antes de buscar a pessoa temos que desenhar sua função, definir quais habilidades e competência ideais para desenvolver o trabalho, ou seja, não posso contratar um contador para calcular a fundação de um prédio, aí está uma comparação esdrúxula, mas real.

No ambiente da pequena e média empresa, por restrição da capacidade de investimento, normalmente recorremos ao suporte de assessorias, tais como: contadores, advogados, consultores, prestadores de serviços, etc. Estes que nos amparam compõem o nosso time indireto que por muitas vezes não sabemos escolher, e podem em vez de ajudar e contribuir, prejudicar o desempenho final do negócio.

E há por fim, uma característica quase que comum no sucesso de algumas empresas e profissionais: a capacidade de se associar e cooperar com outros players, concorrentes ou não, a qualidade do círculo de relacionamento e como se conduz este, denota se haverá alavancagem ou retração do crescimento do negócio. Isolar-se geralmente é tiro no pé, pois sozinho até que andamos rápido, mas bem acompanhados vamos longe.

Sérgio Aragão é Consultor de Empresas, Especialista em Gestão Empresarial, Contabilidade, Controladoria e Finanças, e também Diretor da Contact Consultoria Empresarial.

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